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A ABTOS, contemplando seu
compromisso estatutário, atua em parceria com outras instituições para a
execução de suas finalidades precípuas. Oferece atendimento clínico
piscoterápico à famílias que tenham uma denúncia de abuso sexual entre seus
membros encaminhadas pela Justiça e à famílias que experienciado abuso
sexual extrafamiliar.
- CEARAS (http://www.usp.br/servicos/cearas/cearhopa.html):
Atendimento Psicoterápico Familiar – Coordenador Prof. Dr. Claudio
Cohen (Dpto Medicina Legal, Ética Médica, Medicina Social e do
Trabalho da FMUSP).
- ATENDIMENTO GINECOLÓGICO: Coordenador: Prof. Dr.
Jeferson Drezett (Dpto de Ginecologia e Obstetrícia da FMUSP)
- PAVAS: Atendimento Psicossocial - Coordenador: Prof. Dr. Théo
Lerner (Faculdade de Saúde Pública)
- CONHEÇA A AMEFI:
O Ambulatório Especial de Acolhimento e Tratamento das Ofensas Sexuais (Amefi), como o nome diz, é um local de atendimento ultra especializado. Especialistas em atendimento de Família se dedicam voluntariamente a atender famílias incestuosas. É importante salientar que este projeto visa acompanhar SOMENTE as famílias denunciadas e enviadas pela JUSTIÇA. Em função dos objetivos do projeto atendemos preferencialmente os casos de risco identificados na Vara Civil da Infância e da Juventude.
O ambulatório é base de um projeto calcado no tripé: Assistência, Ensino e Pesquisa. Este ambulatório funciona, nas salas 601 e 602, do Ambulatório Bias Fortes, do Hospital das Clínicas da UFMG. Ele está constituído de uma Câmara de Gesell, que permite uma visão unilateral, onde alunos de um lado assistem ao atendimento que está sendo realizado do outro lado destas duas salas. Este atendimento é feito dentro dos princípios éticos e legais exigidos para tal procedimento. O atendimento é feito por uma dupla de terapeutas e com a observação de um 3º profissional, e é visto por alunos dos diversos níveis de formação. O atendimento é filmado para discussão posterior no nível de cada aluno (Graduação e pós-graduação). Os terapeutas são psiquiatras, psicólogos e Assistentes Sociais, que formam a dupla de atendimento e observação (anotação de todo o procedimento), em rodízio. O atendimento de uma família, desde a etapa de triagem, dura em torno de 01 ano. Este período é necessário de acordo com a experiência já adquirida com este tipo de abordagem. A equipe é acompanhada por um terapeuta externo a cada 15 dias. Este supervisor externo é um psicanalista Didata. Sua presença é de suma importância, pois este tipo de atendimento mobiliza aspectos emocionais daqueles que atendem e assistem ao procedimento. Faz parte do desenvolvimento da equipe: grupo de estudos, supervisão e casuística. Esta experiência de profundo cunho humanístico e preventivo é realizado por profissionais e estudantes voluntários do Hospital das Clínicas da UFMG
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